A FORÇA DA PARCERIA ENTRE O SETOR PÚBLICO E O PRIVADO NA SEGURANÇA PÚBLICA

A segurança pública é um dos pilares mais sensíveis para o desenvolvimento de qualquer sociedade. No entanto, a complexidade e a dimensão do problema exigem soluções que vão além da atuação exclusiva do Estado. Nesse contexto, a parceria entre a iniciativa pública e a iniciativa privada não é apenas desejável, mas indispensável. Essa união potencializa recursos, amplia a inteligência estratégica e permite ações mais rápidas e eficazes no enfrentamento da criminalidade. Quando há cooperação mútua, os resultados não beneficiam apenas empresas ou órgãos governamentais, mas toda a comunidade. A iniciativa privada, sobretudo em setores estratégicos como transporte, comércio, indústria e serviços, dispõe de tecnologia, recursos financeiros e capacidade de inovação que podem ser decisivos para o fortalecimento da segurança pública. Ferramentas como sistemas de videomonitoramento avançados, controle de acesso inteligente, softwares de análise de dados e treinamentos especializados podem ser compartilhadas com o poder público por meio de convênios, termos de cooperação ou programas de apoio institucional. Com essa cooperação, a prevenção se torna mais eficaz, a reação a incidentes mais ágil e a investigação ganha maior alcance e qualidade. Nessa parceria de cooperação, o setor público complementa os esforços da iniciativa privada ao oferecer informações estratégicas, força policial qualificada, legitimidade para intervenções e conhecimento técnico-jurídico para aplicação da lei. Em contrapartida, as forças de segurança se beneficiam do acesso a recursos e tecnologias privadas que dificilmente seriam implantados sozinhos com a mesma agilidade. Um exemplo concreto está em municípios que integraram câmeras de estabelecimentos ao sistema policial de monitoramento, resultando em prisões em flagrante e redução significativa de crimes em áreas críticas. O impacto positivo dessa colaboração pode ser medido em diferentes indicadores: redução de furtos e roubos em áreas comerciais, aumento da taxa de elucidação de crimes, fortalecimento da sensação de segurança e maior eficiência no uso dos recursos públicos. Um exemplo típico são as cidades que adotaram o modelo de “cercamento eletrônico”, com apoio da iniciativa privada, onde se observa uma tendência consistente de diminuição dos crimes patrimoniais, além do aumento da capacidade de localizar veículos roubados ou furtados e identificar foragidos da justiça. No âmbito corporativo, investir em segurança pública por meio de parcerias vai além da responsabilidade social: é também uma medida de inteligência de negócios. Ambientes seguros favorecem a atração de clientes e, consequentemente, o aumento do lucro. Empresas que participam ativamente de conselhos integrados de segurança contribuem para um ecossistema mais seguro e previsível, no qual governo, setor privado e cidadãos têm a ganhar. Por fim, a união entre iniciativa pública e privada não deve ser pontual ou reativa, mas estruturada e contínua. O combate à criminalidade exige planejamento de longo prazo, alinhamento estratégico e confiança mútua. Conselhos integrados, fóruns de debate e grupos de trabalho permanentes são instrumentos essenciais para manter essa parceria viva e eficiente. Quando Estado e empresas atuam lado a lado, compartilhando responsabilidades e recursos, damos um passo concreto para transformar a segurança pública em um compromisso coletivo e não apenas em um dever institucional. Por Edgar Santana — Delegado de Polícia do Estado do Paraná

EXCLUSIVO: imagens e depoimentos revelam problemas mecânicos na carreta envolvida no acidente com equipe de remo

Um acidente envolvendo uma carreta e uma van deixou nove mortos no último domingo (20), entre elas sete jovens remadores, que retornavam para Pelotas (RS). O único sobrevivente foi João Pedro, de 17 anos. A carreta desgovernada que causou a tragédia tinha parado ao menos três vezes por problemas mecânicos naquele mesmo fim de semana. O Fantástico teve acesso exclusivo a imagens das câmeras da rodovia e aos depoimentos dos envolvidos. Veja no vídeo acima. Motorista afirma que caminhão perdeu o freio O motorista da carreta, Nicolas de Lima Pinto, de 30 anos, conta que perdeu o controle do veículo na descida da Serra do Garuva. “Meu caminhão ficou sem freio. Tentei ligar o freio motor, não segurou, o caminhão se apagou. Tentei engatar, fazer pegar no tranco, não pegou, e foi isso que aconteceu. Infelizmente eu bati num carro, numa van”, diz. Na região cheia de curvas da BR-376, em Guaratuba, Paraná, o limite de velocidade é de 60 km/h. Apurações preliminares da polícia apontam que, na hora da batida, às 21h39 do último domingo, sob chuva e neblina, o caminhão passava dos 100km/h. Depois da colisão, o motorista passou no teste do bafômetro e se dispôs a fazer um exame toxicológico. Problemas mecânicos recorrentes Segundo a polícia, na sexta à noite, o caminhão ficou sem combustível na estrada, ainda no estado de São Paulo. No sábado de manhã, já no Paraná, o problema foi na embreagem. Nicolas foi rebocado e acionou o dono do caminhão. O profissional chegou a substituir a embreagem, mas deixou o posto de combustíveis antes de concluir o serviço em razão de um problema na caixa de câmbio. Somente no dia seguinte, um outro mecânico da região, apelidado de Bino, foi terminar o reparo. Já era noite de domingo quando Nicolas seguiu viagem, mas só andou um quilômetro e parou de novo. Ele foi até o pedágio mais próximo escoltado pela concessionária e reencontrou Bino. Um fio ligado ao sistema de marchas estaria rompido. “Eu só descasquei e emendei o fio, senão o caminhão nem andava”, afirma Bino. Uma hora e meia após deixar o pedágio, a carreta bateu na van. “Eu tenho certeza que foi problema na caixa. Não engatou”, diz Nicolas. A investigação indica que, dos 10 freios da carreta, apenas um funcionava plenamente, quatro estavam desgastados e cinco não operavam. O dono do caminhão, Heloide Longaray, afirmou à polícia que os freios foram revisados em setembro.Falta de fiscalização Superintendente da Polícia Rodoviária Federal do Paraná, Fernando César Oliveira Ferraz, explica que a concessionária não tem a obrigação a avisar a Polícia Rodoviária Federal quando tem esse tipo de ocorrência, exceto quando há um crime envolvido. De acordo com o superintendente, a cada quatro veículos de carga abordados em operações na serra, um apresenta falhas. “Problemas graves que podem gerar ocorrências, tragédias como essa que nós testemunhamos no domingo passado”, diz.O que dizem as defesas Em nota, a defesa de Nicolas informou que “em todo tempo o motorista dirigia de forma prudente e compatível com a via” e que um “eventual excesso de velocidade deve ser atribuído à falha mecânica que atingiu o sistema de freios do veículo”. Já a defesa do dono da carreta diz que “todas as normativas para o trânsito e a segurança do veículo foram atendidas”. Único sobrevivente Entre os ocupantes da van, só o João Pedro, de 17 anos, sobreviveu. O Fantástico conversou com ele e com as famílias das outras vítimas em Pelotas. João acha que estava protegido pelo pai durante o acidente. Ele dormia quando a carreta bateu na van. “Eram pessoas boas, legais, engraçadas, principalmente umas ali bem engraçadas, elas deviam estar aqui agora, pessoas que eu amava muito e que eu gostava bastante, né?”, afirma o jovem.João e outros passageiros faziam parte do projeto Remar para o Futuro. A volta seria uma celebração em Pelotas, mas foi a tristeza que atravessou a porta. Eram jovens que suavam os aparelhos; acordavam de madrugada e dormiam antes das nove. Disciplinados e felizes. Tinham sido selecionados em uma avaliação de 2 mil alunos da rede pública. Fonte: G1

Fantástico percorre 6 estados brasileiros para mostrar o perigo dos ônibus piratas

Ônibus sem manutenção, problemas graves de segurança, descaso geral com as regras. Quando acontece uma tragédia, quem é responsabilizado? Reportagem especial do Fantástico mostra como a impunidade movimenta o mercado dos ônibus piratas. Percorremos seis estados brasileiros para revelar como o transporte irregular de passageiros opera tranquilamente pelas estradas do país. Segundo a ANTT, a Agência Nacional de Transportes Terrestres, 2.688 ônibus foram apreendidos com várias irregularidades nos últimos dois anos. Ainda de acordo com a agência, o transporte regular de passageiros exige que as empresas contratem um seguro. “Dentro da apólice existem requisitos da prestação de serviço, como prestar serviços com ônibus em situação adequada. Os motoristas estarem cumprindo a jornada de trabalho. A empresa que faz o transporte clandestino muitas vezes não tem seguro”, afirma Marcelo Vinaud Prado, assessor da Superintendência de Serviços de Fiscalização da ANTT.Como as empresas piratas não seguem essas regras, mesmo quando elas têm seguro as seguradoras dificultam o pagamento. As vítimas acabam ficando desamparadas e precisam recorrer à Justiça. Assista no vídeo acima à reportagem especial que mostra como a impunidade movimenta um mercado perigoso nas estradas brasileiras. Fonte: G1

Polícia já identificou motorista que atropelou menina cadeirante na faixa de pedestres em Curitiba

A criança, que nasceu prematura e enfrenta uma série de desafios de saúde — incluindo hidrocefalia e uma má formação congênita no sistema nervoso — utiliza cadeira de rodas para se locomover. Segundo a mãe, Jéssica Andrade, a filha já passou por seis cirurgias. “Ela é o nosso milagre. Foram seis cirurgias e graças a Deus ela não ficou com sequelas. O único atraso que ela tem é ao andar”, contou. Jéssica relatou que o atropelamento ocorreu instantes após elas descerem do ônibus, no retorno de uma sessão de hidroterapia. “A gente desceu do ônibus, foi para a faixa, aguardamos um pouco e o motorista do ônibus deu o ‘ok’ para a gente atravessar a rua”, disse.A cadeirante foi atingida no momento da travessia. Apesar de não ter se ferido gravemente, o susto foi enorme, e a cadeira de rodas ficou danificada. A família, no entanto, não tem condições financeiras de arcar com o conserto. Segundo Jéssica, a identificação do veículo só foi possível graças às imagens registradas pelo carro que vinha atrás. “Graças a Deus o carro que estava atrás conseguiu pegar as imagens e a placa do carro”, destacou. Motorista que causou acidente que matou jovem no Alto da XV é alvo da polícia após ter prisão negada A Polícia Civil já identificou a motorista. O delegado Edgar Santana, responsável pelo Dedetran, informou que ela será ouvida nesta terça-feira. “A motorista já está intimada para dar os devidos esclarecimentos. O fato foi instaurado por ela ter fugido do local do acidente após o fato. É um atropelamento visível e a pessoa termina fugindo do local sem prestar qualquer tipo de amparo à vítima”, afirmou o delegado. O caso segue em investigação. Fonte: Banda B

Edgar Santana está entre os Melhores Delegados de Polícia do Brasil! Censo 2025

Edgar Dias Santana é Bacharel em Direito pela Faculdade Jorge Amado, Especialista em Ciências Penais com Formação para Magistério Superior, Universidade Anhanguera-Uniderp, Pós-Graduado em Gestão da Segurança Pública, Escola Superior da Polícia Civil do Estado do Paraná, Pós-Graduado em Gestão e Legislação do Trânsito, Faculdade Unibf, Pós-graduação em Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos e Gestão Pública, Profissional em Análise Criminal, Uniasselvi, Profissional em Mediação de Conflitos, Uniasselvi, Palestras em Investigação Criminal, Escola Superior da Polícia Civil do Estado do Paraná. Atuou como Delegado Operacional da 7° Subdivisão Policial de Umuarama/PR, Delegado Adjunto da 20° Subdivisão Policial de Toledo/PR, Delegado Titular da Delegacia de Polícia Civil de Palotina/PR, Delegado Operacional da 15° Subdivisão Policial de Cascavel/PR, Delegado da Divisão Estadual de Narcóticos de Cascavel/PR, Delegado Titular da 46° Delegacia Regional de Polícia de Matelândia/PR, Delegado Operacional da Delegacia de Furtos e Roubos de Veículos de Curitiba/PR. É Conselheiro do Conselho Estadual de Trânsito do Estado do Paraná, Membro da Câmara Técnica do Conselho Estadual de Trânsito do Estado do Paraná, Integrante do Corpo Docente da Escola Superior da Polícia Civil do Estado do Paraná, Autor do Manual de Procedimentos de Crimes de Trânsito do Departamento da Polícia Civil do Estado do Paraná. Possui Honra ao Mérito da Polícia Civil do Estado do Paraná por Destaque Profissional, Medalha de Bronze em Serviços Policiais Prestados à Policia Civil do Estado do Paraná, Ex-Membro da Junta Administrativa de Recursos de Infrações de Trânsito (Jari) da Secretaria de Defesa Social e Trânsito de Curitiba/PR, Delegado da Delegacia de Delitos de Trânsito de Curitiba/PR – Atual. Edgar Santana foi aprovado na Categoria Destaque, dentre os Melhores Delegados e Delegadas de Polícia do Brasil, no Censo 2025! Parabéns ao delegado Edgar Santana e ao Estado do Paraná! Fonte: Portal Nacional dos Delegados

PCPR prende homem em flagrante e apreende drogas e motocicleta em Curitiba

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) prendeu um homem em flagrante por tráfico de drogas e apreendeu uma motocicleta e diversas porções de substâncias entorpecentes. A ação aconteceu na manhã desta quinta-feira (12), durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão em uma residência em Curitiba. A operação faz parte de uma investigação iniciada após a divulgação, em redes sociais, de vídeos de um homem realizando manobras conhecidas como “grau” com uma motocicleta em via pública. Durante o cumprimento do mandado, os policiais localizaram a motocicleta utilizada nas manobras e apreenderam maconha. No interrogatório, o investigado afirmou que adquiria, fracionava e repassava a droga a terceiros, conduta que se enquadra no crime de tráfico de drogas. Segundo o delegado da PCPR Edgar Santana, foi representado ao Poder Judiciário pela aplicação de medidas cautelares diversas da prisão, que foram deferidas. “Entre elas estão o uso de tornozeleira eletrônica, a suspensão da Carteira Nacional de Habilitação, a proibição de circular à noite e aos finais de semana, além da exclusão das publicações sobre as manobras das redes sociais”, explica. A PCPR informa que práticas de risco no trânsito e a divulgação de conteúdos que incentivem esse tipo de conduta serão investigadas. Fonte: PCPRFoto: Natália Bezerra/PCPR

PCPR promove palestra sobre crimes de trânsito na sede do BPRv em Maringá

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou, nesta quarta-feira (28), uma palestra sobre crimes de trânsito na sede da 4ª Companhia do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv), em Maringá, no Noroeste do Estado. A atividade integrou o Curso de Capacitação de Policiamento de Trânsito Rodoviário (CPTR). A palestra foi conduzida pelo delegado da PCPR Edgar Santana, da Delegacia de Delitos de Trânsito de Curitiba (Dedetran), com apoio dos agentes de polícia judiciária Luciano Padilha e Roberto Klinger. O evento contou com a presença de alunos do curso e do subcomandante do BPRv, major Anderson. Conforme o delegado da PCPR, foram abordados crimes de trânsito previstos no Código de Trânsito Brasileiro, como homicídio, embriaguez ao volante e corrida automobilística não autorizada.  “Também foram apresentados casos concretos, com orientações sobre elaboração de boletins de ocorrência, requisitos legais, preservação do local e aspectos relevantes para a investigação”, explica. A equipe destacou o papel da Delegacia de Delitos de Trânsito na apuração de crimes e na segurança viária. O delegado ainda ressaltou que a atividade teve como objetivo promover a integração entre as forças de segurança e o alinhamento técnico entre Polícia Civil e Polícia Militar a fim de oferecer serviços de excelência aos cidadãos paranaenses. Fonte: PCPRFoto: Edgar Santana/PCPR